Municípios do Ceará já podem aplicar 4ª dose da vacina contra a Covid em idosos acima de 70 anos

Foto: José Leomar

O Ceará aderiu à recomendação do Ministério da Saúde e estendeu o perfil do público que deve tomar a segunda dose de reforço da vacina contra a Covid-19. Segundo a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), os municípios cearenses já estão autorizados a aplicar, a partir desta quinta-feira (5), a quarta dose em idosos acima de 70 anos e também em pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições permanentes.

A Nota Técnica da pasta federal que aumenta o público-alvo da segunda dose de reforço foi recebido, na quarta-feira (4), pela secretaria. Na mesma data, a Célula de Imunização da Sesa entrou em contato com todos os municípios para orientar a aplicação.

Conforme a secretária, as cidades já têm estoque disponível para esta nova etapa da imunização contra a Covid-19. A Sesa ressalta ainda a importância da vacinação para reforçar os índices de combate a doença.

Antes da expansão da campanha, o Ceará aplicava a quarta dose somente em idosos acima de 80 anos, e imunossuprimidos a partir dos 12 anos.

Procurada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Fortaleza informou que ainda não há previsão do início da aplicação da vacina para esse público-alvo na Capital.

Intervalo entre doses de reforço segue de 4 meses

Conforme o Ministério da Saúde, deve ser utilizado nesses casos, preferencialmente, o imunizante da Pfizer. Ainda segundo o órgão, podem ser usadas, de maneira alternativa, as vacinas desenvolvidas pela Janssen ou AstraZeneca, independentemente da dose utilizada anteriormente.

O intervalo entre a primeira e a segunda dose de reforço é de quatro meses. Segundo o ministério, estudos indicam que a estratégia aumenta em mais de cinco vezes a imunidades do paciente após uma semana da aplicação.

O Ministério da Saúde calcula que, com a inclusão dos novos perfis nessa etapa da campanha de vacinação, o público-alvo da segunda dose de reforço passa a ter pouco mais de 14 milhões de brasileiros.

Diário do Nordeste

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