Nos últimos dois anos, Hospital Santo Antônio registra queda 70% no número de traumatismo craniano por acidente de trânsito 

Médico neurologista explica sequelas após acidentes e reforça importância do uso dos equipamentos de segurança; vem feriadão aí

Nos últimos dois anos, 2019 e 2020, observou-se uma baixa considerável do número de atendimento por como Traumatismo Crânio Encefálico – TCE, no Hospital Santo Antônio de Barbalha, mantido pela Fundação Otília Correia Saraiva. Isso, conforme a administração, é reflexo do isolamento social devido à pandemia da Covid-19.

Estatisticamente, durante a Semana Santa, a unidade hospitalar apresentava, até então, aumentos no número de atendimentos por traumatismo, isso em decorrência do alto consumo de bebida alcoólica, comuns nesse período, associado ao feriado que prolonga a folga da população.

Em 2017 foram realizados 71 atendimentos, em 2018, 77 atendimentos, em 2019, 68 atendimentos, e, em 2019 e 2020 esses números caíram para 20 e 23 ocorrências, respectivamente. Os dados são da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar – CCIH do Núcleo Hospitalar de Epidemiologia.

O médico Neurologista, José Junior, alerta que com a retomada das atividades normais, a população precisa ficar atenta para que esses números não voltem a crescer. Ele destaca que o traumatismo craniano é uma patologia grave de altíssima mortalidade e muito desprezada pela população. “Os casos mais comuns que chegam às emergências e urgências das unidades hospitalares são em decorrência de acidentes de moto sem capacete, ou carro, associados ao uso de bebidas alcoólicas”, disse José.

É importante frisar ainda que esses acidentes, além de serem fatais, em alguns casos deixam sequelas permanentes como paraplegia, tetraplegia e perda de memória para o resto da vida, onde o uso correto do capacete é o principal mecanismo de prevenção.

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Assessoria Commonike

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