Camilo sobre Ciro e Lula: “Meu desejo é todos unidos já no 1º turno”

Foto: Reprodução

Conciliar na política do Ceará o apoio de dois candidatos a presidente que se enfrentam no plano nacional é realidade que o governador Camilo Santana (PT) enfrentou em 2018 com relativo êxito. Relativo porque nem Ciro Gomes (PDT) nem Fernando Haddad (PT) foi eleito. Mas, no plano local, ele preservou a aliança. Para 2022, a mesma situação se avizinha, talvez ainda mais complexa. Porque a agressividade está maior e, pelo PT, o candidato deverá ser Luiz Inácio Lula da Silva, e não Haddad. Ainda assim, a esperança de Camilo seria uma união na mesma candidatura.

“Meu desejo é que todos nós estejamos unidos já no primeiro turno”, afirmou o governador, na tarde desta quinta-feira, 9, na inauguração do Centro de Estudos, Enfermaria e Setor de Endoscopia do Hospital e Maternidade José Martiniano de Alencar.

Porém, Camilo sabe da improbabilidade da empreitada. Ciro tem rejeitado peremptoriamente qualquer possibilidade de se aliar ao PT — o Ceará é situação à parte.

“Se não for possível, que a gente possa construir um projeto progressista, que retome o crescimento do País e possa garantir os direitos e conquistas que esse País alcançou ao longo do tempo”, projetou Camilo.

“O Brasil hoje vive um dos maiores estágios de desemprego, falta de crédito, de credibilidade internacional, um governo que não tem coordenação, que negou a pandemia. Enfim, é preciso retomar o rumo correto para esse país. Eu acho que é importante que nessas direções possa ter quadros importantes possam representar nas eleições do ano que vem.

 

O Povo

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